A hiperplasia prostática benigna (HPB) é o aumento natural da próstata que ocorre com a idade e pode dificultar a passagem da urina.
O tratamento com remédio para próstata ajuda a controlar sintomas, melhorar o fluxo urinário e reduzir o desconforto do dia a dia. Em alguns casos, ele também auxilia na inflamação prostática.
Esses medicamentos têm o objetivo de aliviar os sintomas da próstata aumentada, reduzindo a dificuldade para urinar e o jato enfraquecido.
Eles melhoram a qualidade de vida do homem e podem evitar a necessidade de cirurgia quando usados corretamente e sob orientação médica.
A ação varia conforme o tipo de medicamento:
Ambos atuam para reduzir sintomas urinários e melhorar o fluxo.
Os medicamentos mais usados incluem:
A maioria desses medicamentos exige receita e acompanhamento médico. Apenas um profissional de saúde poderá indicar o tratamento mais adequado para cada caso.
Os sinais mais comuns incluem:
Se esses sintomas forem persistentes, é importante buscar avaliação urológica.
Os efeitos colaterais mais comuns dos remédios para próstata são:
Geralmente, eles são leves, mas qualquer sintoma persistente deve ser discutido com o médico. Para saber sobre outras possíveis reações, consulte a bula.
O tratamento costuma ser contínuo e de longo prazo, mas o tempo pode variar conforme o tipo de medicamento e a resposta do organismo. No caso dos inibidores da 5-alfa-redutase, por exemplo, a melhora mais significativa geralmente aparece entre 3 e 6 meses de uso, podendo exigir continuidade mesmo após esse período.
Já os alfa-bloqueadores costumam agir mais rápido, em semanas, mas também podem ser usados por meses ou por tempo indeterminado, dependendo da evolução dos sintomas.
A interrupção sem orientação pode fazer os sintomas retornarem ou até se agravarem.
Somente o urologista pode indicar o tempo ideal de tratamento e quando é seguro suspender.
Não existe um remédio ideal. A escolha depende do tamanho da próstata, da intensidade dos sintomas e da saúde geral do paciente.
O tratamento ideal é sempre aquele definido pelo urologista após diagnóstico detalhado.
Sim. Alguns medicamentos não são indicados para quem tem:
Por isso, a automedicação é arriscada. Somente o médico pode confirmar o uso seguro.
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